Igor Gadelha

Pesquisas divulgadas no sábado (3/10) apontam que, em 17 estados e no DF, um dos candidatos pode vencer a eleição já no 1º turno

Igor Gadelha, Gustavo Zucchi

04/10/2026 02:00

Antonio Augusto/TSE

Dados das principais pesquisas de intenção de voto divulgadas no sábado (3/10) apontam que a as eleições podem terminar já no primeiro turno em pelo menos 18 das 27 unidades da federação.

O número foi obtido pela coluna após levantamento nos resultados divulgados pela Quaest e pelo Datafolha, dois dos principais institutos de pesquisa atualmente no Brasil.

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Urna eletrônica
Divulgação/TSE
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Urna Eletrônica tem sistema tátil para eleitores cegos
Reprodução
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Eleições no Brasil
TRE-SP/Divulgação
Os levantamentos apontam que, das 27 unidades da federação, em 18 há candidatos que apareceram no sábado com mais de 50% dos votos válidos, o que pode garantir a vitória no primeiro turno.
Dos 18 estados, ao menos dois apontam um cenário praticamente consolidado: Santa Catarina, onde o governador Jorginho Mello (PL) apareceu com 71%, e Piauí, onde o governador Rafael Fontelles (PT) registrou 67%.
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Em outros nove estados, os institutos apontam uma possibilidade maior de haver segundo turno. Em três deles, os líderes das pesquisa estão próximos dos 50%: Ceará, Alagoas e Rio de Janeiro.
Na disputa nacional pela Presidência da República, tanto o Datafolha quanto a Quaest apontaram, no sábado, uma tendência de segundo turno entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro.
Confira os resultados das pesquisas por estado:
POSSÍVEL DEFINIÇÃO NO 1º TURNO:
São Paulo (Quaest)
Tarcísio de Freitas (Republicanos) — 60% dos válidos
Fernando Haddad (PT) — 36%
Minas Gerais (Quaest)
Cleitinho (Republicanos) — 54%
Patrus Ananias (PT) — 23%
Pernambuco (Quaest)
Raquel Lyra (PSD) — 52%
João Campos (PSB) — 47%
Distrito Federal (Quaest)
Celina Leão (PP) — 53%
Leandro Grass (PT) — 32%
Paraíba (Quaest)
Lucas Ribeiro (PP) — 61%
Efraim Filho (PL) — 23%
Cícero Lucena (MDB) — 16%
Piauí (Datafolha)
Rafael Fonteles (PT) — 67%
Joel Rodrigues (PP) — 28%
Amapá (Quaest)
Dr. Furlan (PSD) — 53%
Clécio Luís (União Brasil) — 47%
Rondônia (Quaest)
Marcos Rogério (PL) — 53%
Adailton Fúria (PSD) — 24%
Hildon Chaves (União Brasil) — 15%
Sergipe (Quaest)
Fábio Mitidieri (PSD) — 55%
Valmir de Francisquinho (Republicanos) — 44%
Maranhão (Quaest)
Eduardo Braide (PSD) — 52%
Orleans Brandão (MDB) — 35%
Goiás (Quaest)
Daniel Vilela (MDB) — 57%
Wilder Morais (PL) — 20%
Marconi Perillo (PSDB) — 18%
Rio Grande do Sul (Quaest)
Luciano Zucco (PL) — 52%
Juliana Brizola (PDT) — 35%
Roraima (Quaest)
Arthur Henrique (PL) — 64%
Soldado Sampaio (Republicanos) — 34%
Santa Catarina (Quaest)
Jorginho Mello (PL) — 71%
João Rodrigues (PSD) — 14%
Gelson Merísio (PSB) — 12%
Mato Grosso do Sul (Quaest)
Eduardo Riedel (PP) — 67%
Fábio Trad (PT) — 23%
Delcídio do Amaral (PRD) — 4%
Bahia (Quaest)
Jerônimo Rodrigues (PT) — 52%
ACM Neto (União Brasil) — 48%
Mato Grosso (Quaest)
Otaviano Pivetta (Republicanos) — 54%
Wellington Fagundes (PL) — 28%
Natasha Slhessarenko (PSD) — 13%
Pará (Quaest)
Hana Ghassan (MDB) — 40% dos válidos
Dr. Daniel (Podemos) — 58%
PROVÁVEL SEGUNDO TURNO
Rio de Janeiro (Quaest)
Eduardo Paes (PSD) — 49%
Douglas Ruas (PL) — 40%
Anthony Garotinho (Republicanos) — 6%
Ceará (Quaest)
Elmano de Freitas (PT) — 50%
Ciro Gomes (PSDB) — 49%
Alagoas (Quaest)
Renan Filho (MDB) — 50%
JHC (PSDB) — 49%
Tocantins (Quaest)
Dorinha Seabra (União Brasil) — 46%
Vicentinho Júnior (PSDB) — 41%
Acre (Quaest)
Mailza Assis (PP) — 41%
Alan Rick (Republicanos) — 37%
Amazonas (Quaest)
Omar Aziz (PSD) — 40%
Maria do Carmo Seffair (PL) — 25%
Roberto Cidade (União Brasil) — 24%
Rio Grande do Norte (Quaest)
Allyson Bezerra (União Brasil) — 37%
Cadu Xavier (PT) — 32%
Álvaro Dias (PL) — 29%
Espírito Santo (Quaest)
Lorenzo Pazolini (Republicanos) — 45%
Ricardo Ferraço (MDB) — 41%
Helder Salomão (PT) — 12%
Paraná (Quaest)
Sergio Moro (PL) — 43%
Sandro Alex (PSD) — 29%
Requião Filho (PDT) — 27%


