Na Mira

Gerente foi enganado por criminoso que fingiu ser funcionário de banco. PCGO cumpriu mandados de busca e apreensão no Entorno nesta quinta

Larice de Paula

24/09/2026 13:14

Reprodução / PCGO

Policiais civis da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos do Pará (DECCC/DCCEP), com apoio da Polícia Civil de de Goiás (PCGO), deflagraram, nesta quinta-feira (24/9), a Operação Firewall. A ação investiga um golpe de mais de R$ 420 mil praticado contra uma empresa de telecomunicações, em dezembro de 2023.

Segundo a Polícia Civil do Pará, a investigação começou após o gerente financeiro da empresa ser enganado por um homem que se passou por funcionário do setor de tecnologia de um banco. Com a fraude, os criminosos conseguiram realizar uma transferência não autorizada de R$ 424 mil.

Nesta quinta-feira, os policiais cumprem mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em Planaltina de Goiás. O delegado responsável pelas investigações no Pará solicitou apoio da Polícia Civil do município após identificar que pessoas suspeitas de integrar o esquema de lavagem de dinheiro em cascata (quando há divisões dentro de um grupo criminoso) estavam na região.
A partir das informações repassadas pela polícia paraense, os investigadores de Planaltina realizaram diligências e cumpriram as ordens judiciais expedidas pelo Juízo das Garantias da Comarca de Belém (PA).
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
Durante as buscas, foram apreendidos bens relacionados ao caso. Na residência de um dos alvos, os policiais também encontraram uma arma de fogo e diversas munições. O suspeito foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
3 imagens
1 de 3
Moto apreendida
Reprodução / PCGO
2 de 3
Carro na casa do investigado pelo golpe
Reprodução / PCGO
3 de 3
Gerente cai em golpe milionário
Reprodução / PCGO
Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF
Frequência de envio: Diário
Ver todas
Ver todas as newsletters
Além das prisões e buscas, a Justiça do Pará determinou o bloqueio de bens e valores dos investigados até o limite do prejuízo causado à empresa.
Os suspeitos são investigados pelos crimes de posse de arma de fogo, estelionato mediante fraude eletrônica, lavagem de capitais e associação criminosa.

