A filha de uma das vítimas do ataque terrorista de Fort Hood criticou a decisão dos Estados Unidos de transmitir ao vivo a execução do atirador. Nidal Malik Hasan foi condenado à morte por pelotão de fuzilamento por matar 13 pessoas e deixar outras 32 feridas durante um ataque na base de Fort Hood em 2009.O pai de Keely Cahill Vanacker, Michael Cahill, foi uma das 13 vítimas. “Acho que essa é absolutamente a pior coisa que você poderia fazer. Acho que isso não tem nada a ver com justiça”, disse Vanacker à CNN Internacional sobre a decisão de transmissão da execução.Vanacker afirmou que a decisão do governo de Donald Trump transforma “tragédia” em “entretenimento”. Ela disse que os outros familiares também são contra a medida. “A transmissão ao vivo é algo que nem sequer está nos planos deles, algo que eles consideram aceitável”, disse ela. Leia também MundoMusk se torna maior doador das eleições de meio de mandato dos EUA MundoEx-noiva de filho de Trump deixa embaixada dos EUA na Grécia após denúncias MundoMusk doa US$ 276 milhões para ajudar partido de Trump nas eleições dos EUA SaúdeCosméticos causaram quase 42,5 mil lesões oculares nos EUA em 20 anos A última execução pública nos Estados Unidos aconteceu em 1936. Naquele ano, um homem negro, identificado como Rainey Bethea, foi enforcado em meio a uma multidão após ser acusado de estuprar uma mulher branca.O caso de Hasan será o primeiro fuzilamento de um militar desde 1945, quando o soldado Eddie Slovi foi executado após ser acusado de deserção pelo governo dos EUA. Na época, o mundo vivia os momentos finais da Segunda Guerra Mundial.






