Conhecido como dismorfia financeira, existe um fenômeno caracterizado por uma percepção distorcida da própria realidade econômica. De um lado, pessoas com as contas em dia e reserva financeira sólida acreditam que não têm dinheiro suficiente; de outro, indivíduos em situação vulnerável encaram suas finanças como muito mais confortáveis do que realmente são. Leia também CelebridadesJheny Santucci confirma término com Arthur Aguiar e nega motivo financeiro Pouca vergonhaTerapeuta alerta que estresse financeiro impacta a libido entre casais NegóciosAperto financeiro dos brasileiros é o maior em mais de uma década Conteúdo especialLiderança feminina amplia em 25% as chances de desempenho financeiro Embora não seja um diagnóstico reconhecido pela medicina, o termo trata de um sentimento comum para muita gente.Os “sintomas”O dinheiro é parte central na vida de muitas pessoasAlguns sinais podem indicar que alguém pode estar vivendo uma situação de dismorfia financeira. Veja:Pessoas que enxergam algo melhor do que éComparar as próprias finanças às de outras pessoas.Ostentar nas redes sociais com intenção de passar uma impressão positiva, mas não falar sobre o tema no convívio social.Não consultar saldos bancários ou faturas.Pessoas que sempre acham que têm pouco dinheiroCulpa ou ansiedade ao comprar itens necessários.Evitar todo tipo de lazer ou evento social importante.Receio de fazer planos a longo prazo.As redes sociais são tomadas por idealizações da “vida perfeita”O que está por trásExiste uma série de experiências que explicam por que a relação com o dinheiro pode ser turbulenta. Em muitos casos, a instabilidade financeira na infância, traumas e padrões sociais aprendidos impactam diretamente a forma como a pessoa gerencia suas finanças na vida adulta. Em outras circunstâncias, a própria ansiedade generalizada gera uma preocupação excessiva e constante com pilares essenciais da vida — o que inclui, inevitavelmente, o aspecto financeiro.A preocupação constante com as contas pode provocar ansiedade, tensão muscular e dificuldades de concentraçãoO que fazerEm primeiro lugar, é importante entender o espaço que o dinheiro ocupa na própria vida. Depois, com base em fatos, analisar a própria situação financeira. Por último, a organização é indispensável: planilhas de gastos ajudam a entender as receitas, despesas, dívidas e até a construir reservas realistas.Diante desse cenário, se a preocupação e sofrimento persistirem, é fundamental buscar ajuda psicológica.











