Como SporTV e Paramount foram parar no mesmo pacote da Libertadores

Disputa pelos direitos de transmissão da competição terminou com a divisão de um lote que, inicialmente, deveria ser adquirido por uma única empresa. Crédito: Rizzo/Estadão

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você

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Longe de apresentar seu potencial, o Flamengo não fez uma boa exibição no jogo de ida das semifinais da Libertadores. Pouco agressivo e acuado no campo de defesa, o time praticamente viu o Estudiantes jogar sozinho, com mais posse de bola, volume de jogo e teve mais sorte que juízo para segurar o empate sem gols e voltar vivo do estádio Jorge Luís Hirschi, em La Plata, para decidir no Maracanã uma vaga na final.

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O time de Leonardo Jardim ficou encaixotado pela forte marcação dos argentinos, principalmente no meio de campo, e não teve criatividade para se desvencilhar da estratégia adversária. Acuado boa parte dos 90 minutos, não deu um chute sequer com perigo na meta argentina. O resultado também passou pela sorte e pela má pontaria do Estudiantes, que desperdiçou chances promissoras, e graças a Léo Pereira e Alex Sandro, que salvaram a meta carioca praticamente em cima da linha.

Com a igualdade no marcador, o Flamengo agora precisa de uma vitória simples na próxima quinta-feira, às 21h30, no Maracanã, para ir para a sua segunda final consecutiva, na sua defesa do título. Em caso de novo empate, a vaga será decidida nas penalidades. Antes da decisão pela Libertadores, a equipe carioca encara o Bahia, no domingo, às 18h30, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

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Equipes fizeram jogo pouco inspirado em La Plata e ficaram zeradas. Foto: Natacha Pisarenko/AP
O Flamengo sofreu para segurar o ímpeto inicial do Estudiantes. Empurrados pela torcida, os argentinos foram superiores e ditaram o ritmo do confronto, com mais presença ofensiva e neutralizando qualquer iniciativa carioca de controlar a posse da bola. Apesar do volume, o Flamengo se saía bem na defesa, contando mais com a falta de pontaria adversária, porém longe do potencial para explorar os contra-ataques.
Com marcação forte, o Estudiantes gostava da partida, rondava a área, com bola aérea, faltas laterais e chutes de média e longa distância, mas nada que desse trabalho ao goleiro Rossi. Na reta final, foi o lance de maior susto para os brasileiros, quando a defesa afastou mal, Palacios pegou o rebote e Léo Pereira salvou praticamente em cima da linha, evitando o gol argentino.
O Flamengo voltou sem mudanças do intervalo e seguiu sofrendo com o volume argentino. Pressionando a saída de bola, o Estudiantes passou a explorar mais as infiltrações, cruzamentos rasteiros e acumulava lances no campo ofensivo. Apesar de as chances reais não aparecerem, por duas vezes Rossi viu a bola cruzar a sua pequena área e outras em chutes passando próximos à trave.
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Novamente sofreu outro susto e só não foi vazado, que, desta vez, foi Alex Sandro que salvou em cima da linha, após rebote de Núñez. Nem mesmo as entradas de Plata e Pedro mudaram o panorama, mantendo o Flamengo acuado e sem conseguir sequer finalizar a gol. A reta final seguiu com o Estudiantes desperdiçando chances promissoras, com cruzamentos praticamente nas mãos de Rossi, e o Flamengo teve mais sorte que juízo para voltar vivo da Argentina.
ESTUDIANTES 0 X 0 FLAMENGO
- ESTUDIANTES - Muslera; Mancuso, Santiago Núñez, Funes Mori e Benedetti; Piovi, Alexis Castro e Baltasar Rodríguez (Monsalve); Tiago Palacios (Joaquín Correa), Carrillo e Tobio Burgos (Cetre). Técnico: Alexander Medina.
- FLAMENGO - Rossi; Emerson Royal, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Saúl e Lucas Paquetá (Joaquín Freitas); Carrascal, Bruno Henrique (Pedro) e Samuel Lino (Plata). Técnico: Leonardo Jardim.
- ÁRBITRO - Juan Benítez (PAR).
- CARTÕES AMARELOS - Piovi, Alexis Castro, Varela, Carrascal e Lucas Paquetá.
- RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.
- LOCAL - Estádio Jorge Luís Hirschi, em La Plata.
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